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Aumenta o número de deputados do PL que votam alinhados ao governo Lula na reforma tributária

Bancada de deputados do PL alinhados ao governo Lula na reforma tributária dobra de tamanho

Na quinta-feira, 6 de julho, ocorreu a votação em primeiro turno da reforma tributária na Câmara dos Deputados, e houve um significativo aumento no número de deputados federais do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, que votaram alinhados ao governo Lula. Essa bancada dobrou de tamanho em comparação às expectativas iniciais.

Fonte: Wiki

Apesar das pressões e ameaças de punição por parte de Bolsonaro, vinte deputados do PL deram votos favoráveis à aprovação da reforma tributária. Essa surpreendente reviravolta contrariou as estimativas do principal aliado de Bolsonaro, Domingos Sávio (PL-MG), que previa no máximo 10 votos a favor do governo. Vale destacar que no dia anterior, o líder do PL, Altineu Côrtes, havia declarado que os parlamentares seriam punidos caso votassem favoravelmente à reforma.

Esse aumento significativo na bancada do PL que votou alinhada ao governo Lula mostra a complexidade e os desafios políticos envolvidos na aprovação de medidas importantes como a reforma tributária. As divergências e as mudanças de posicionamento político são elementos comuns nesse contexto, refletindo a dinâmica do cenário político brasileiro.

Fonte: CD


Altineu Côrtes, líder do PL, começa a punir deputados dissidentes que votaram a favor do governo

Nesta quinta-feira, 6 de julho, Altineu Côrtes, líder do PL, iniciou as punições contra os oito deputados de seu partido que deram votos favoráveis ao governo na aprovação da Medida Provisória (MP) dos Ministérios, em uma sessão realizada no início de junho. Naquela ocasião, Côrtes já havia sinalizado que haveria repreensões para aqueles que votassem a favor do governo.

No entanto, as novas ameaças do PL contra esses oito deputados não surtiram efeito. Mesmo após descobrirem ao longo do dia que foram punidos com a perda de titularidade e suplência em comissões da Câmara, os deputados Matheus Noronha (PL-CE), Júnior Mano (PL-CE), Junior Lourenço (PL-MA), Josimar Maranhãozinho (PL-MA), João Carlos Bacelar (PL-BA) e a deputada Detinha (PL-MA) continuaram votando alinhados ao governo.

Além desses seis deputados, os deputados Pastor Gil (PL-MA), que faltou à votação da Reforma Tributária, e Yury do Paredão (PL-CE), que se licenciou no final de junho por motivos pessoais, também haviam sido punidos por seu comportamento durante a votação da MP dos Ministérios. Pastor Gil foi um dos mais prejudicados, pois o partido de Bolsonaro o retirou das Comissões da Educação e do Idoso, onde era titular, e da Comissão da Previdência, onde era suplente.