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Lula admite falta de votos do PT na Câmara, mas ressalta: ‘não me preocupo com o Centrão’

O presidente Lula, do PT, reconheceu hoje que seu partido e a esquerda não possuem os votos necessários para aprovações na Câmara dos Deputados, porém, enfatizou que “não se preocupa com o Centrão”. Ele destacou que evita utilizar esse termo, pois acredita que é necessário negociar e dialogar com todos os setores políticos. Lula ressaltou que na política é preciso lidar com a realidade da correlação de forças estabelecida no Congresso Nacional, que é resultado das decisões do povo. Segundo ele, não adianta ter preferências por determinados partidos, é necessário trabalhar com a configuração atual do cenário político.

Fonte: UOL

O presidente Lula enfatizou a importância de negociar com os parlamentares eleitos e não com suplentes ou aqueles que não conseguiram se eleger. Segundo ele, os líderes do PT na Câmara dos Deputados e no Senado são instruídos a dialogar com todos os partidos, independentemente de suas inclinações ideológicas. Lula explicou que, embora evite utilizar o termo “Centrão”, ele está acostumado a lidar com os diferentes partidos políticos.

Ele ressaltou que é necessário conversar com todos aqueles que possuem votos no Congresso Nacional, uma vez que o PT e a esquerda não têm os votos suficientes para aprovar as medidas que desejam. Para alcançar seus objetivos, é preciso estabelecer diálogos com aqueles que têm influência política.

Fonte: UOL

O presidente Lula destacou que é responsabilidade do governo escolher os indivíduos para ocupar cargos na administração e não das pessoas em si. Ele afirmou que, se houver vagas disponíveis, oferecerá a um partido, que terá a opção de aceitar ou recusar. Lula ressaltou a importância das negociações, uma vez que não conseguiria governar sem elas. Ele expressou sua satisfação ao ver que políticos que antes eram considerados oposição estão optando pelo diálogo com o governo.

Para o presidente, essa mudança é fundamental para a continuidade da apresentação de projetos de interesse da população brasileira, já que ele não busca aprovar iniciativas que o beneficiem pessoalmente. Lula enfatizou que o ministério não pertence ao partido, mas sim ao governo, e que é favorável à realização de acordos necessários para garantir a governabilidade, a fim de evitar conflitos constantes e estabelecer uma certa estabilidade.

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