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“Pablo Marçal denuncia ‘perseguição política’ em post após operação da PF”

O coach Pablo Marçal levantou acusações de “perseguição política” após a operação da Polícia Federal em sua residência. Marçal compartilhou uma foto do mandado de busca cumprido pela PF e afirmou que a visita dos agentes foi um “absurdo”. Nas redes sociais, ele anunciou uma live para a noite, na qual prometeu revelar mais detalhes sobre o ocorrido. A operação e as alegações de Marçal têm gerado intensa discussão e curiosidade entre os seus seguidores e o público em geral.

Fonte: UOL


A Polícia Federal está investigando a possível prática dos crimes de falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e apropriação indébita por parte de Pablo Marçal durante o pleito eleitoral do ano passado. A operação deflagrada cumpriu sete mandados de busca e apreensão nas cidades de Barueri e Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. Marçal, que foi pré-candidato à Presidência da República pelo partido Pros, teve sua candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Após a derrota, ele se lançou como candidato a deputado federal, mas também teve seu registro indeferido pela Corte eleitoral. Segundo as investigações conduzidas pela PF, Marçal e um sócio teriam feito doações à sua própria campanha presidencial e à Câmara dos Deputados, sendo que parte desses recursos teriam sido direcionados às suas próprias empresas.

Fonte: Carta Capital

Em comunicado oficial, o advogado Tassio Renan, representante de Pablo Marçal, afirmou que “nenhum recurso de origem partidária foi utilizado em nenhuma das campanhas, sendo todas as despesas custeadas por recursos próprios ou doações de terceiros”. A defesa também destacou que “a investigação se concentra no fato de que Pablo foi o maior doador de sua própria campanha e alugou veículos e aeronaves de empresas das quais é sócio, o que não viola qualquer norma legal, uma vez que foram adotados os instrumentos jurídicos aceitáveis perante a justiça eleitoral”.

O advogado ressaltou que “nenhuma conduta ilegal foi praticada e nenhum centavo de dinheiro público foi utilizado nas campanhas eleitorais, e todas as prestações de contas foram devidamente apresentadas aos tribunais eleitorais competentes para julgamento”.

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