Pular para o conteúdo
Início » Notícias » Polícia desmantela quadrilha que praticava invasão de imóveis no Quitungo

Polícia desmantela quadrilha que praticava invasão de imóveis no Quitungo

Nesta quinta-feira (6), a Polícia Civil deflagrou uma operação visando desarticular uma organização criminosa que praticava extorsões e se apropriava de imóveis no bairro do Quitungo, na Zona Norte do Rio de Janeiro. As investigações revelaram que um grupo composto por 36 pessoas tomou o controle de um prédio residencial com 24 apartamentos, passando a exigir o pagamento dos aluguéis diretamente à associação de moradores da comunidade.

A Operação Guaiú tem como objetivo cumprir 31 mandados de prisão e cinco mandados de busca e apreensão contra os adolescentes envolvidos no grupo. Também serão realizadas buscas em endereços relacionados aos suspeitos. Entre os alvos da operação está o presidente da associação de moradores da região.

Fonte: SRT

Durante as investigações, os agentes da delegacia de Brás de Pina (38ª DP) descobriram que o grupo criminoso buscava expandir seu território e obter lucros. Segundo as apurações, aqueles que não efetuassem o pagamento dos aluguéis seriam obrigados a entregar as chaves dos imóveis.

A operação visa desmantelar essa organização criminosa, garantindo a segurança e a tranquilidade dos moradores do bairro do Quitungo.

Fonte: O Alvoradense

Uma operação policial resultou na desarticulação de uma quadrilha no Quitungo, na Zona Norte do Rio de Janeiro, que estava envolvida em extorsões, ligação com o tráfico de drogas e atos de violência. Segundo as investigações, o grupo era composto por 36 pessoas e havia assumido o controle de um prédio residencial, exigindo o pagamento dos aluguéis diretamente à associação de moradores da comunidade.

A Operação Guaiú foi realizada para cumprir 31 mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, visando principalmente os adolescentes envolvidos no grupo. Também foram realizadas buscas em endereços relacionados aos suspeitos. O presidente da associação de moradores da região foi um dos alvos da operação.

A polícia descobriu que o responsável pela associação de moradores atuava a mando do chefe do tráfico do Quitungo, ambos provenientes do Complexo da Penha. Eles foram indicados para expandir os negócios ilegais da organização criminosa na região, explorando qualquer tipo de produto ou serviço comercializado. Além disso, os criminosos praticaram extorsão contra uma empresa de engenharia e construção civil que estava realizando obras em um conjunto habitacional no Quitungo, exigindo o pagamento de uma taxa de R$ 15 mil para permitir a continuidade dos trabalhos.

A polícia também descobriu que a quadrilha agia com violência, sequestrando e muitas vezes matando seus desafetos. As ações violentas visavam intimidar e controlar a comunidade, garantindo a impunidade dos criminosos. A operação teve como objetivo desarticular o grupo e restabelecer a segurança na região.